Derrota de deputados em MT exige reflexão, aponta Max Russi
Presidente da Assembleia Legislativa comenta revés de nomes tradicionais e aponta caminhos após o pleito deste ano.
O resultado das urnas em Mato Grosso trouxe uma mudança significativa na composição da Assembleia Legislativa, marcada pela não reeleição de vários parlamentares de expressão estadual. O cenário eleitoral resultou na ausência de nomes tradicionais para o próximo mandato, refletindo a escolha direta dos eleitores mato-grossenses durante o pleito.
Diante da nova configuração política, o presidente da Casa de Leis, deputado estadual reeleito Max Russi, avaliou que o momento exige introspecção dos derrotados. O dirigente legislativo pontuou que ciclos de vitórias e derrotas fazem parte da trajetória na vida pública e destacou que a decisão popular soberana deve ser respeitada por todos os concorrentes.
Apesar da frustração com o resultado nas urnas, quatro dos cinco parlamentares que tentaram a renovação conseguiram se posicionar como suplentes em suas respectivas legendas ou federações partidárias. Eduardo Botelho obteve 37.359 votos e assumiu a primeira suplência pelo MDB, enquanto Paulo Araújo registrou 30.338 sufrágios e ficou como primeiro suplente do Republicanos.
Na mesma condição estão Júlio Campos, que alcançou 18.517 votos pela Federação União Progressista, e Juca do Guaraná, com 17.349 votos pela Federação PSDB Cidadania, ambos na primeira posição da fila. Apenas Elizeu Nascimento ficou fora da relação de suplência, uma vez que a legenda pela qual concorreu não assegurou assento no parlamento estadual.
Reforçando a necessidade de perseverança na atividade pública, Max argumentou que os políticos que ficaram sem cadeira legislativa devem aproveitar a experiência para fortalecer projetos futuros. Para o parlamentar, quem cultiva o apreço pela atividade pública não pode abandonar os objetivos políticos por causa de um revés nas urnas.
Por fim, a avaliação do pleito também contemplou marcas expressivas alcançadas por outros candidatos no estado. O dirigente mencionou a votação histórica obtida pela deputada federal eleita Coronel Fernanda e o desempenho eleitoral expressivo do deputado Lúdio Cabral na capital mato-grossense.














