Irmão de missionária investigada morre em confronto em Várzea Grande
Confronto armado na BR-070 terminou com quatro mortos; um dos suspeitos acumulava extensa ficha criminal e parentesco com ré de esquema em presídios.
Um dos quatro suspeitos mortos durante um confronto com policiais militares da Força Tática na madrugada, na BR-070, próximo ao Trevo do Lagarto, em Várzea Grande, foi identificado como irmão de uma missionária evangélica presa por envolvimento com uma facção criminosa no estado. O indivíduo, conhecido pelo apelido de “Bundinha”, acumulava 63 passagens criminais ao longo de sua trajetória no mundo do crime.
A ocorrência policial teve início por volta de 1h45, quando a equipe de segurança realizava patrulhamento e tentou abordar uma caminhonete Toyota Hilux SW4 que trafegava sentido Cuiabá, vinda da região de fronteira com a Bolívia através de Cáceres. De acordo com os registros da corporação, os quatro ocupantes do veículo resistiram à ordem de parada e abriram fogo contra a guarnição policial.
Os disparos efetuados pelos criminosos atingiram a lataria da viatura oficial, o que motivou a retaguarda tática e o revide imediato. Na troca de tiros, todos os quatro suspeitos foram baleados e não resistiram aos ferimentos, vindo a óbito no local. A instituição militar confirmou que nenhum policial lotado na operação sofreu ferimentos durante o atendimento da ocorrência de alta periculosidade.
Durante a varredura e o trabalho de perícia na cena do confronto, as autoridades apreenderam quatro armas de fogo, sendo uma pistola e três revólveres. Entre o armamento recolhido, chamou a atenção dos policiais a apreensão de um revólver com acabamento banhado a ouro. Todos os ocupantes do veículo possuíam antecedentes criminais registrados nos sistemas policiais do estado.
O suspeito identificado possuía grau de parentesco com Rhavenna Barcelos Cabeça de Almeida, alvo de investigações da Polícia Civil por suposta participação em esquemas ilícitos ligados a organizações criminosas na região. A familiar apontada nas investigações encontra-se sob custódia preventiva após desdobramentos de operações conduzidas pelas forças de segurança pública locais envolvendo redes de apoio a presidiários.













