Lucas do Rio Verde: Otaviano Pivetta aposta em voto na direita
Governador votou em Lucas do Rio Verde e projetou desempenho expressivo para a direita mato-grossense no pleito presidencial.
O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) demonstrou confiança no desempenho de Flávio Bolsonaro (PL) nas urnas em Mato Grosso e afirmou esperar que o estado registre uma das maiores votações do país em candidatos de direita. A declaração foi feita na manhã de domingo (25), após o chefe do Executivo estadual votar em Lucas do Rio Verde, distante 332 quilômetros de Cuiabá, durante o segundo turno da eleição presidencial.
Ao comentar a disputa nas urnas, Pivetta declarou acreditar na vitória do senador e associou o resultado à expectativa de alterações na condução do país. "Eu acredito na vitória do Flávio, eu acredito na vitória da esperança, acredito na vitória do Brasil, das mudanças importantes que nós precisamos promover para garantir um futuro digno para nossas crianças", afirmou.
Para fundamentar sua projeção, o governador recorreu ao histórico eleitoral mato-grossense. Segundo sua avaliação, a população local tem demonstrado preferência por pautas conservadoras nos pleitos recentes e deve repetir o comportamento político nesta etapa da eleição. "22 é direita, e nós hoje vamos, mais uma vez, colocar Mato Grosso entre os primeiros estados brasileiros que mais votam na direita", declarou, fazendo referência ao número associado a Jair Bolsonaro em disputas presidenciais anteriores.
Pivetta participou da articulação política em apoio à candidatura de Flávio no território estadual e utilizou o momento da votação para defender uma nova postura do governo federal. Na visão do governador, uma gestão em Brasília que atue em cooperação com os estados pode estimular o desenvolvimento econômico e elevar a qualidade de vida da população.
O chefe do estado também criticou a relação financeira e administrativa entre a União e Mato Grosso. Conforme sua avaliação, embora o estado possua autonomia para sustentar seu ritmo de crescimento, o avanço poderia ser maior caso houvesse um respaldo mais efetivo da capital federal. "Brasília tem pesado muito sobre o lombo do nosso povo e não devolve nada, não entrega nada", pontuou.
Por fim, o governador reforçou que considera o pleito determinante para os rumos futuros da nação e reiterou a necessidade de transformações estruturais para assegurar melhores perspectivas às próximas gerações.












